Talvez deva parar de pensar tanto nisso...Estou andando em círculos.
Então é melhor dar um tempo disso tudo aqui.
Fui ali me resolver
E não sei se volto.
Quantos precisam de você e de mim? Milhares... e que a gente nem imagina!
É confuso. Por que não posso ser eu? Por que criar essa terceira pessoa? Esse outro eu que leva a culpa de todas as minhas opiniões? Não! Quero ser eu mesma sempre sem restrições.
Adiei a pergunta por saber a resposta. Acontece
que não é por não perguntar que a resposta muda. E fiquei ali esperando
pacientemente por uma mudança, uma atitude que nunca chegava. Até cansar de
esperar. Nó na garganta. Corpo quente. A pergunta estava preste a acontecer.
Medo. E a resposta chegou. Decepção. Mas não era justamente aquilo que se
imaginava? Porque esperança é assim: acreditar que o 0,1% vai acontecer. Mas o
que nunca poderia imaginar era a forma que seria, mas foi de qualquer modo.
Para minha surpresa descobri que um “não” é muito menos dolorido que um
“talvez” eterno. O não dói. Mas passa.